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Como devo fazer minha previsão financeira? O que preciso considerar?

8/8/2017 19:54

Você  já sabe que a previsão financeira para a sua empresa é um fator essencial para “manter a casa em ordem”, o que inclui planejar e organizar as receitas, para que a saúde financeira do seu negócio esteja equilibrada. Já sabemos que esse planejamento precisa contemplar todos os custos e despesas do escritório (aluguel, folha de pagamento, consumo de luz,  internet, etc.). E como  fazer a previsão financeira da forma adequada?

 

Primeiramente, é necessário considerar os reais gastos e fazer as projeções. Além disso, muitos empreendedores não focam num planejamento que seja próximo da realidade financeira da empresa. É preciso ter bom senso ao colocar no papel os gastos e lucros reais. Nas linhas abaixo vamos falar mais sobre esses temas.

 

Fluxo de caixa

 

Acompanhar sempre todos os custos e despesas é um mantra a ser seguido, além de manter atenção no fluxo de caixa, um mecanismo primordial (com registro de entrada e saída de renda e recursos financeiros). Será necessário projetar todos os gastos e estabelecer estimativa quanto a lucros e rentabilidade do negócio.

 

O fluxo de caixa consegue favorecer a previsão financeira ideal, quando usado de forma que atenda às necessidades da empresa e que seja adequado à realidade financeira do negócio. No caso, torna-se, então, possível  se preparar, prever gastos e focar em metas futuras, dentre outros fatores, de acordo com artigo do Sebrae.

 

 

Tempos favoráveis e instáveis

 

Ao colocar na planilha todos os custos e despesas em sua previsão financeira, a estimativa deve apontar não apenas lucros e crescimentos, mas também abordar um cenário desfavorável. Justamente, por falta dessa projeção financeira que relaciona uma situação desvantajosa, muitas empresas não sobrevivem, por não terem pensado nessa possibilidade de enfrentarem tempos de “vacas magras”. É preciso contar com essa estimativa, a fim de estabelecer metas e se preparar para vencer as adversidades.

 

 

Lição de casa

 

Para compreender melhor esse quadro, vamos pensar na seguinte situação: uma startup de comunicação fecha um negócio com uma empresa com investimentos na Bolsa de Valores. Nos últimos meses, os negócios no mercado de ações foram favoráveis ao grupo, rendendo um bom contrato à startup contratada por ele.

 

Contudo, com a oscilação e perda de valores nesse mercado de risco, em meio à crise econômica, a empresa optou por reduzir alguns contratos e a nossa startup fictícia entrou nessa lista. Bom, mas o microempreendedor fez um planejamento e previsão financeira, com projeção de cenários difíceis, já que havia fechado contrato com uma empresa ligada ao mercado de ações, que oscila muito.

 

A startup “fez a lição de casa”, estabeleceu uma previsão financeira, observou com cautela e atenção todos os gastos, deu atenção especial às receitas e fluxo de caixa, fez projeções quanto a investimentos a longo prazo, etc. O microempreendedor da startup projetou um cenário menos otimista, mantendo cautela nas despesas, pois levou em consideração a probabilidade de haver essa instabilidade no mercado. Bom, então, ponto positivo para a nossa empresa fictícia que soube se beneficiar da previsão financeira.

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